I perché e i come della divulg azione s cientifica

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1 I perché e i come della divulg azione s cientifica dalle lezioni pubbliche di Faraday alla immers ività dei S cience C entre motivazioni e tecniche deg li s cienziati divulg atori attravers o i s ecoli Vincenzo Lipardi Pres idente di EC S ITE European Network of S cience C entres and Mus eums

2 G alileo G alilei e il Dialogo sui mass imi s is temi: una rivoluzione nella cultura 2

3 divulg azione s cientifica: s emplificazione e popolarizzazione della comples s ità della ricerca s cientifica comunicazione s cientifica: cos truzione di tecniche e modelli di coinvolg imento s ociale; di integ razione tra la cultura umanis tica e quella più propriamente s cientifica; di democratizzazione della s ocietà 3

4 la natura inters og g ettiva della s cienza la s cienza nel s uo fars i os s ervazioni, es perimenti, formalizzazioni, ecc. non ha s ens o s e non viene comunicata ad altri, quindi verificata, dis cus s a, validata o meno la C omunicazione intras cientifica non è s os tanzialmente mutata nonos tante il cambiamento deg li s trumenti (Internet) la comunicazione pubblica della s cienza è cambiata radicalmente 4

5 La divulg azione nel cors o dei s ecoli le conferenze s pettacolo nel 1500: B ernard Palis s y e le s u e letture pubbliche di s toria naturale n e l 1600 g li e s p e r im e n ti n e i cabinet de curios ité e n e i s alotti 5

6 La divulg azione nel cors o dei s ecoli n e ll Michael Faraday: la S toria chimica di una candela d iv e n n e u n c u lt p e r le le ttu r e d i N a ta le d e i g io v a n i in g le s i. F a r a d a y fu u n o s c ie n z ia to a tte n to a l s is te m a s c o la s tic o : n e l te n n e u n fa m o s o in c o n tr o c o n la C ommis s ione delle S cuole Pubbliche p e r e s p o r r e le s u e id e e in n o v a tiv e s u l s is te m a e d u c a tiv o d e lla G r a n B r e ta g n a 6

7 c iò c h e a c c o m u n a q u e s te e s p e r ie n z e è s ic u r a m e n te la te n s io n e pos itivis ta e illuminis tica d i a c c r e s c e r e la c u ltu r a s c ie n tific a d e l v o lg o c o s ì c o m e l id e a utilitaris ta, c h e m a tu r ò n e ll 800, c h e l a c c r e s c im e n to d e lle c o m p e te n z e s c ie n tific h e p o te s s e q u a lific a r e la c la s s e o p e r a ia 7

8 I mus ei s cientifici L e ib n iz e il s u o m u s e o s c ie n tific o id e a le la n te r n e m a g ic h e, v o li, m e te o r e a r tific ia li e o g n i s o r ta d i m e r a v ig lie o ttic h e ; u n a r a p p r e s e n ta z io n e d e i c ie li, d e lle s te lle e d e lle c o m e te, fu o c h i d a r tific io, fo n ta n e d a c q u a, b a r c h e d a lla fo r m a s tr a n a, a u to m i b e v ito r i d a c q u a, d im o s tr a z io n i s u l te le s c o p io, m a c c h in e c a lc o la tr ic i, e s p o s iz io n i d e lla c a m e r a o s c u r a, fin o a ll e s p e r im e n to c o n s is te n te n e ll in fr a n g e r e u n v e tr o g r id a n d o e n e l m o s tr a r e l e g u a g lia n z a d e lle o s c illa z io n i d e l p e n d o lo. U n te a tr o d i n a tu r a o d a r te c h e s tim o le r à le in v e n z io n i, o ffr ir à b e lle v is io n i, is tr u ir à le p e r s o n e c o n u n n u m e r o in f in ito d i n o v ità u tili e in g e g n o s e, d im o s tr a n d o s i in ta l m o d o v e r o m u s e o d i q u a n to è p o s s ib ile 8 im m a g in a r e (1675)

9 prima dei mus ei s cientifici moderni 300 a.c.: a d A le s s a n d r ia d E g itto, c o n i g r e c i D im e tr o e S tr a to n e, n a s c e la B ib lio te c a e il M u s e o. S tr a b o n e, n e l X V II lib r o d e lla G e o g r a fia, d e s c r iv e il M u s e io n : q u e s to c o lle g io d i d o tti f ilo lo g id is p o n e d i r is o r s e c o m u n i, a m m in is tr a te d a u n s a c e r d o t e u n te m p o d e s ig n a to d a i r e e o r a d a C e s a r e 1500: s i d iffo n d o n o in E u r o p a i C abinet de C urios ité; in G e r m a n ia le K uns t und Wunderkammer ( s ta n z e d e ll a r te e d e lle m e r a v ig lie ); in Ita lia g li s tudioli 1683: s i in a u g u r a n e ll U n iv e r s ità d i O x fo r d il M u s e o A s h m o lia n o, d o v e le p e r s o n e to c c a n o tu tto e p e r s in o le donne sono am m esse per 6 pence 1719: S an Pietroburg o 9

10 tr a la fine dell 800 e g li inizi del 900, in c o n n e s s io n e c o n l e s p e r ie n z a d e lle g r a n d i es pos izioni univers ali, s i afferma la te n s io n e e d u c a tiv a d i m a s s a d e i m u s e i s c ie n tific i il Palais de la Decouverte di Parig i ( ) c o m e lu o g o d i c r e s c ita c u lt u r a le d e i la v o r a to r i e d e g li o p e r a i n e ll e p o c a d e l F r o n te P o p o la r e g ià n e g li a n n i 3 0, il P a la is p r e s e n ta tu tti g li e le m e n ti c h e c a r a tte r iz z a n o i m o d e r n i s c ie n c e c e n tr e : in te r a ttiv ità r u o lo d e lle g u id e s c ie n tific h e s p e tta c o la r iz z a z io n e d e lla c o n o s c e n z a u s o d i r ip r o d u z io n i d i e s p e r im e n ti a n z ic h é c o lle z io n i d i 10

11 E x p lo r a to r iu m d i S a n F r a n c is c o u n a im p o r t a n t e c e s u r a n e lla s t o r ia d e lla m u s e o lo g ia s c ie n tific a Frank Oppenheimer, il fo n d a to r e d e ll E x p lo r a to r iu m, tr a e p r o p r io d a lla v is ita a l P a la is d e la D é c o u v e r te e d a ltr e is titu z io n i m u s e a li e u r o p e e (M o n a c o e L o n d r a ) g li s p u n ti te o r ic i p e r fo n d a r e il c e le b r e S c ie n c e C e n tr e d i 11

12 la m is s io n e d e ll E x p lo r a to r iu m è d i c r e a r e c o n te s ti, p r o g r a m m i e s tr u m e n ti d i a p p r e n d im e n to e d i e s p lo r a z io n e in n o v a tiv i, c h e aiutino le pers one di quals ias i età, orig ine e provenienza a s fr u tta r e la p r o p r ia innata curios ità p e r im p a r a r e a c o n o s c e r e il m o n d o c ir c o s ta n te 12

13 E xploratorium di S an Francis co interattività b a s a ta s ull es pos izione di es perienze. G li exhibit hands on e v o lu z io n e c r e a tiv a d i d is p o s itiv i a n a lo g h i g ià p r e s e n ti n e i g r a n d i m u s e i s c ie n tific i e u r o p e i e, p e r m o lti lu s tr i, il principale punto di attrazione dei s cience centre d i tu tto il m o n d o vocazione democratica della s cienza e della s ua s ocializzazione. Il s cience centre p a le s tr a d i u g u a g lia n z a c h e s i e s e r c ita in p r im o lu o g o s u l p ia n o c o g n itiv o e d e d u c a tiv o, in u n a s o c ie tà, c o m e q u e lla s ta tu n ite n s e, c a r a tte r iz z a ta d a l p r o v e r b ia le melting pot e tn ic o e c u ltu r a le dimens ione es tetica. L E x p lo r a to r iu m m u s e o d i a r te, s c ie n z a e p e r c e z io n e u m a n a affida ad artis ti la realizzazione deg li 13 exhibit hands on

14 s u q u e s t a b a s e è s o r ta una intera g enerazione di is tituzioni mus eali o s ono s tati rinnovati mus ei tradizionali, con un s ucces s o incontras tato almeno fino alla metà deg li anni 90, quando cioè le tras formazioni leg ate al ruolo della s cienza e della tecnolog ia nelle s ocietà contemporanee diveng ono es plicite e impong ono ag li addetti ai lavori la neces s ità di nuove ris pos te. 14

15 1. dalla s cienza accademica alla s cienza pos taccademica S cienza pura o s cienza in g enerale le s u e c a r a tte r is tic h e e m e r g o n o n e ll E u r o p a O c c id e n ta le n e l c o r s o d e lla r iv o lu z io n e s c ie n tific a d e l X V II s e c o lo e le s u e n o r m e s o n o : comunitaris mo univers alis mo dis interes s e e umiltà orig inalità s cetticis mo S cienza pos t-accademica Il s u o a v v e n to d ip e n d e s ia d a fa tto r i e s te r n i a lla s c ie n z a c o s ì c o m e d a r a g io n i in te r n e e c io è d a u n p r o g r e s s o s c ie n tific o e te c n o lo g ic o s e m p r e p iù r a p id o e d a lla s e m p r e m a g g io r e in te r d ip e n d e n z a tr a s c ie n z a e te c n o lo g ia. S e c o n d o John Ziman, le c a r a tte r is tic h e d i q u e s ta n u o v a c o n d iz io n e d e lla s c ie n z a s o n o : collettivizzazione limiti allo s viluppo della s cienza s fruttamento della conos cenza 15 politicizzazione della s cienza

16 1. dalla s cienza accademica alla s cienza pos taccademica a ltr a c a r a tte r is tic a la pluralità di attori partecipanti al lavoro s cientifico: n e lla d im e n s io n e p o s t-a c c a d e m ic a la s te s s a c o m u n ic a z io n e d e lla s c ie n z a a i n o n e s p e r ti è u n a ttiv ità d e l tu tto in te r n a a l fa r s i d e lla s c ie n z a s te s s a, u n a ttiv ità r ile v a n te p e r il s u o s te s s o s v ilu p p o. C o m e s o s tie n e P ie tr o G r e c o : Q u e s ta n u o v a e r a d e l m o d o d i la v o r a r e d e g li s c ie n z ia ti c o m p o r ta u n a r id e fin iz io n e d e l r u o lo c h e la c o m u n ic a z io n e d e lla s c ie n z a a i p u b b lic i d i n o n e s p e r ti h a p e r lo s v ilu p p o d e lla s c ie n z a s te s s a, o ltr e c h e p e r la c r e s c ita c u ltu r a le e c iv ile d e lla s o c ie tà n e l s u o c o m p le s s o. L ip o te s i, d u n q u e, è c h e la c o m u n ic a z io n e p u b b lic a d e lla s c ie n z a a s s u m e u n r u o lo r ile v a n te p e r lo s v ilu p p o d e lla s c ie n z a s te s s a. 16

17 2. nuovi paradig mi s cientifici il p a s s a g g io d i p a r a d ig m a d e te r m in a to d a ll a v v e n to d e lle n u o v e te c n o s c ie n z e d e lla v ita, d e c lin a in fo r m e n u o v e il te m a dell impatto della s cienza sulla vita quotidiana e sulla s ocietà pos s ibilità di g iung ere fino alle radici dell es is tenza s tes s a (biotecnolog ie, nanotecnolog ie, e c c.) p r o b le m a tic h e in e d ite d i natura 17 s ociale, politica, leg ale,

18 la neces s ità del dialog o limiti e ins ufficienze - dell approccio tecnocratico, per cui g li es perti s ono g li unici leg ittimati a prendere parola; - dell approccio bioetico, che rinvia ai s oli valori morali dell individuo N e c e s s ità d e lla c o s tr u z io n e d i nuove forme di dialog o e c o n fr o n to t r a s c ie n z a, s o c ie tà e c itta d in i 18

19 3. la rivoluzione informatica e telematica l u s o s e m p r e p iù d iffu s o d i n u o v e te c n o lo g ie d e ll in fo r m a z io n e e d e lla c o m u n ic a z io n e nella produzione s ia di beni materiali (la fabbrica automatizzata) s ia di beni e s ervizi immateriali (e relazionali), h a r id a to a lla conos cenza u n r u o lo c e n tr a le : I p r o c e s s i d i tr a s fo r m a z io n e s o c ia le r ia s s u n ti n e ll id e a ltip o d e lla s o c ie tà in r e te v a n n o b e n o ltr e la s fe r a d e i r a p p o r ti s o c ia li e te c n ic i d i p r o d u z io n e, in flu e n z a n o in p r o fo n d ità a n c h e c u ltu r a e p o te r e. L e e s p r e s s io n i c u ltu r a li s i r itr o v a n o a s tr a tte d a lla s to r ia e d a lla g e o g r a fia e in la r g a m is u r a m e d ia te d a lle r e ti d i c o m u n ic a z io n e e le ttr o n ic a c h e in te r a g is c o n o c o n il e a ttr a v e r s o il p u b b lic o in u n a v a r ie tà d i c o d ic i e d i v a lo r i, e s s e n d o a lla fin e s u s s u n ti in u n g ig a n te s c o ip e r te s to a u d io v is u a le d ig ita to. Manuel C as tells 19

20 le cons eg uenze s ulla comunicazione s cientifica nei mus ei n e ll e p o c a d e lla s c ie n z a a c c a d e m ic a, la m e s s a in fo r m a m u s e a le d e lla s c ie n z a a v v ie n e e s s e n z ia lm e n te n e i g r a n d i m u s e i s c ie n tific i e n a tu r a lis tic i e q u in d i n e i science centre n e ll e p o c a d e lla s c ie n z a p o s t-a c c a d e m ic a e d e ll u tiliz z o d iffu s o d e lle n u o v e te c n o lo g ie d e ll in fo r m a z io n e e d e lla c o m u n ic a z io n e v e d ia m o a ll o p e r a n u o v e p r a tic h e, s ia e s p o s it iv e c h e n e ll u tiliz z o d e l setting m u s e a le 20

21 C os mocaixa, B arcellona 2004 J o r g e W a g e n s b e r g, d ir e tto r e d i C o s m o c a ix a, lo d e fin is c e mus eo totale. n e ll a m b ito d i u n a s o la is titu z io n e c o n v iv o n o varie tipolog ie di es pos iziones cientifica (og g etti e reperti, exhibit hands on, org anis mi animali e veg etali viventi, ecc.); unità dei s aperi che la s cienza moderna tende a perdere a caus a della s ua prog res s iva parcellizzazione e s pecializzazione. L o s lo g a n è dal Quark a S hakes peare l interattività è non s olo quella hands on, ma anche quella emozionale, hearts on, mos s a dag li og g etti reali e viventi; e, infine, quella mind on derivante da es perienze prevalentemente as tratte 21

22 il D a n a C e n tr e d e l S c ie n c e M u s e u m d i L o n d ra 2003 b a s a le s u e a ttiv ità s u incontri con es perti intorno alle tematiche più calde dell attualità s cientifica atmos fera informale, fortemente prolung ato nello s pazio e nel tempo g razie al s ito web (fo r u m, s e s s io n i d i c h a t e d i a p p r o fo n d im e n to d e i te m i tr a tta ti) tr a d iz io n e tip ic a m e n te in g le s e, q u e lla d e l tr a s c o r r e r e d e l tempo al pub 22 dis cutendo della s cienza, la

23 i prog etti S cienza e S ocietà p r o g r a m m a S c ie n z a e S o c ie tà d e l V I P r o g r a m m a Q u a d r o d i R ic e r c a e S v ilu p p o N a n o d ia lo g u e, D e c id e, M e e tin g o f m in d s, e c c.: p r o g e tti d i r icercaazione c h e v e d o n o c o in v o lte n u m e r o s e is titu z io n i a p p a r te n e n ti a lla c o m u n ità d e i s cience centre e d e i m u s e i s c ie n tific i (dall EC S ITE, alla Fondazione IDIS -C ittà della S cienza di Napoli; dalla C ité des S ciences et de l Indus trie di Parig i al Deuts ches Hyg iene Mus eum di Dres da) u tiliz z o, a d a tta m e n to o e la b o r a z io n e d i modalità partecipative di dis cus s ione c h e s c e lg o n o l ambiente mus eale come luog o di s volg imento p e r la p o s s ib ilità d i m e tte r e a d is p o s iz io n e d e l p u b b lic o p a r te c ip a n te u n patrimonio di ris ors e (materiali, es pos itive, umane, informative) utile a colmare quel g ap di conos cenze, s pes s o rilevato da indag ini e ricerche, s ui temi 23 della s cienza di confine e s ulla ricerca contemporanea

24 G e o r g e G a s k e ll d e lla L o n d o n S c h o o l o f E c o n o m ic s : le p r o p o s te r a d ic a li p o r ta te a v a n ti d a l P ia n o d i A z io n e s u S c ie n z a e S o c ie tà s o n o o r a a m p ia m e n te a c c e tta te in E u r o p a e in A m e r ic a. I v a lo r i d e l p u b b lic o s ta n n o c a m b ia n d o e in q u e s to c o n te s to fo r s e non dovremmo parlare più di comunicazione ma di dialog o e di coinvolg imento 24

25 E c s ite E u ro p e a n N e tw o r k o f S c ie n c e C e n tr e s and M useum s u n a tto r e im p o r ta n te d i q u e s ta tr a s fo r m a z io n e è l EC S ITE, la rete europea dei mus ei s cientifici e dei s cience centre n o n s o lo le m a g g io r i is tituzioni europee (M o n a c o, L o n d r a, P a r ig i, e c c.) m a a n c h e p e r q u e lle p iù p ic c o le e p e r ife r ic h e occas ioni di s cambio e cres cita profes s ionale e culturale u n a r e te c h e n o n s o lo rappres enta 30 milioni di vis itatori annui, m a c h e r a c c o g lie c ir c a 400 as s ociati in tutto il mondo e dialog a permanentemente con le principali is tituzioni s cientifiche e 25 politiche del continente

26 la Fondazione IDIS C ittà della S cienza: un modello innovativo per il dialog o tra s cienza e s ocietà u n m o d e llo b a s a to a p a r tir e d a lla s u a c o llo c a z io n e m e r id io n a le s u lla in te g r a z io n e tr a : il s c ie n c e c e n tr e, lu o g o d e ll e d u c a z io n e ; il c e n tr o d i a lta fo r m a z io n e, lu o g o d i q u a lific a z io n e d i c o m p e te n z e e p r o fe s s io n a lità ; il b u s in e s s in n o v a tio n c e n tr e, lu o g o d i c r e a z io n e e in c u b a z io n e d i im p r e s a in n o v a tiv a. r e la z io n e tr a c u ltu r a s c ie n tific a e te c n o lo g ic a, in n o v a z io n e, s v ilu p p o e c o n o m ic o E u r o p e a n M u s e u m o f th e Y e a r A w a r d

27 il mus eo/science centre: piazza, luog o di confronto, arena di s cambio di idee non s olo apprendere ma fars i un idea e prendere pos izione is tituzioni non s tatiche, che mutano cos ì come muta la s cienza e la s ocietà 27

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